quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
saudade
hoje senti saudade da minha vida de criança, onde tudo era bricandeira onde tudo era festança.... hoje senti falta dos amigos de escola, da minha professora..... só hoje percebi que o tempo não para , que o tempo não volta.....tenho medo do futuro , e do que ele mi reserva.... queria ter o dom de ver o futuro , para mi prepara para ele... tenho medo dos amores que virão, sera que serei feliz?......sera que serei amada com eu mereço?..... mas isso só com o tempo eu saberei... medos ,alegrias,tristezas,saudades,amores.......só deus sabe com serão....
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
AMOR

TUDO O QUE QUERO NA VIDA É UM AMOR VERDADEIRA.... SÓ MEU.. SÓ MEU .... QUE EU POSSA MI DEITAR EM SEU COLO E RECEBER UM CAFUNE .. CARINHOS E AFAGOS.... SOFRE E CHORA .... MAS SEMPRE JUNTA COM MEU AMOR.... AMOR SIMPLES E VERDADEIRO.. MEU AMOR , SÓ MEU...... AMAR COM LOUCA É PAIXÃO.....AMO TANTO QUE SOFRO , MAS MESMO ASSIM NUNCA DEIXO DE A MAR..... MARCELA MOURA
sábado, 17 de janeiro de 2009
Fernando Pessoa
Não sei quantas almas tenho
Não sei quantas almas tenho. Cada momento mudei. Continuamente me estranho. Nunca me vi nem acabei. De tanto ser, só tenho alma. Quem tem alma não tem calma. Quem vê é só o que vê, Quem sente não é quem é,
Atento ao que sou e vejo, Torno-me eles e não eu. Cada meu sonho ou desejo É do que nasce e não meu. Sou minha própria paisagem; Assisto à minha passagem, Diverso, móbil e só, Não sei sentir-me onde estou.
Por isso, alheio, vou lendo Como páginas, meu ser. O que segue não prevendo, O que passou a esquecer. Noto à margem do que li O que julguei que senti. Releio e digo : "Fui eu ?" Deus sabe, porque o escreveu
Não sei quantas almas tenho
Não sei quantas almas tenho. Cada momento mudei. Continuamente me estranho. Nunca me vi nem acabei. De tanto ser, só tenho alma. Quem tem alma não tem calma. Quem vê é só o que vê, Quem sente não é quem é,
Atento ao que sou e vejo, Torno-me eles e não eu. Cada meu sonho ou desejo É do que nasce e não meu. Sou minha própria paisagem; Assisto à minha passagem, Diverso, móbil e só, Não sei sentir-me onde estou.
Por isso, alheio, vou lendo Como páginas, meu ser. O que segue não prevendo, O que passou a esquecer. Noto à margem do que li O que julguei que senti. Releio e digo : "Fui eu ?" Deus sabe, porque o escreveu
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